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Etapa de Priorização dos Desafios

Confira como foi a Oficina de Recursos Educacionais Abertos
publicado: 08/04/2016 14h44 última modificação: 12/04/2016 09h38

 

Data: 07/04/2016
Local: Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), Brasília-DF 

ENTENDA A PROGRAMAÇÃO


Composição do Grupo 

  • Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE): Eduardo Costa Chen e Francisco França
  • Secretaria de Educação (AC): Gleice Maria de Oliveira Moreira
  • Ação Educativa:   Gustavo Bottura Paiva
  • CAPES: Silvia Helena Rodrigues
  • Centro de Inovação para Educação Brasileira (CIEB):  Lúcia Gomes Vieira Dellagnelo
  • Veduca : Marcelo Mejlachowicz
  • Secretaria de Educação (CE): Marcos Dionísio Ribeiro do Nascimento
  • Ministério da Educação: Marcos Toscano
  • Instituto Natura: Maria Mulé Slemenson
  • EducaDigital: Priscila Gonsales

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Painel: Análise de Cenário

 CONTEÚDO / RECURSOS

  • Conteúdos e conceitos abertos;
  • Conteúdos em doses rápidas;
  • Conteúdos / plataformas;
  • Pluralidade e diversidade de conteúdos e recursos digitais;
  • Rede de colaboração para criação de conteúdo educacional digital (#escoladigital);
  •  Vídeo como espinha dorsal;
  •  Conteúdo de qualidade;
  •  Curadoria de recursos digitais;
  •  Produção de conteúdo local;
  • Autoria sobre o conteúdo digital;
  • Geração de conteúdo digital brasileiro;
  • Aberto X gratuito.

INFRAESTRUTURA E CONECTIVIDADE

  • Acessibilidade e conectividade para construir mídias digitais;
  • Integração de repositórios;
  • Equipamentos.

 CAPACITAÇÃO

  • Busca por especializações;
  • Formação de professores como prioridade;
  • Formação de professor para uso das tecnologias é o principal;
  • Desconhecimento do gestor público;
  • Professor precisa entender claramente a metodologia;
  • Conteúdo direcionado a multiplicadores;
  • Mudança metodológica na formação dos professores em tecnologias educacionais.

 POLÍTICA

  • Direito humano à educação;
  • Articulação;
  • Recursos educacionais devem fazer parte de uma política pública do uso das TIC na educação
  • Visão política da tecnologia;
  • 4 eixos em infraestrutura, acervo de conteúdos, visão política e competência do professor;
  • Tecnologia educacional requer infraestrutura e competência e desejo do professor;
  • Desafio de TI, desafio normativo (compra, avaliação), desafio de fomento, desafio de fomento de professores.

 INICIATIVAS ATUAIS

  • REA aparece no PNE e no Plano Municipal de Educação de SP;
  • PNLD - 2 bilhões anual em livro didático com modelo restrito;
  • Foco nos universitários;
  • CIEB é privado, mas a governança abrange público e pesquisadores;
  • Foco na produção tradicional de conteúdo;
  • 300 milhões ano sendo investidos por fundações públicas;
  • Escola digital permite customização da área de administração da plataforma para as redes públicas;
  • MEC quer criar política de recursos educacionais digitais abertos de longo prazo;
  • Conteúdo produzido por universidades disponível de forma aberta;
  • Campanha de divulgação da plataforma;
  • Mapeamento de REA feito com a Wikimedia foundation;
  • Cenário da educação “tico tico”:  consumo traz impactos sociais sem enfrentar as desigualdades;
  • Fortaleza tem política própria para abranger inter-relação entre formação e o trabalho;
  • FNDE- gestores do PROINFO que usou a disponibilização de tecnologias;
  • Eixo com CONSED: olhe e veja o nível de adoção do ponto de vista qualitativo de formação e infra;
  • Escola digital gerou Currículo + REMIX feito pela secretaria de SP;
  • A s boas ideias estão em sala de aula, não no FNDE;
  • Direito à educação aproximar a ação educativa da questão dos recursos digitais.

 CONCEITOS NÃO CLAROS

  • MEC como implementar do direito de vista da gestão e do sistema educacional;
  • Educação aberta;
  • O bom uso dos recursos educacionais;
  • Parâmetros de qualidade;
  • Recursos digitais devem gerar novas práticas pedagógicas;
  • Alternativas aos livros e sistemas apostilados;
  • MECFLIX: curadoria e criação;
  • Foco educação básica;
  • Licenças abertas;
  • Evoluir sobre livros digitais;
  • O digital potencializa e valoriza o trabalho da escola;
  • Democratizar;
  • Papel do professor como gerador de conteúdo.

 DEMANDAS

  • O que seria um marco regulatório para as TIC´s na educação;
  • Fomento da pluralidade e diversidade de material didático;
  • Atenção aos empreendedores que promovam e fomentem ações em tecnologias educacionais;
  • Políticas de longo prazo;
  • REA como alternativa para coibir os sistemas privados.

 BARREIRAS

  • Sistemas apostilados têm entrado nos municípios pela “facilidade”;
  • Heterogeneidade das redes de ensino;
  • Barreiras da lei de direitos autorais;
  • Modelo do PNLD não serve para recursos educacionais.

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Painel: Construção de Cenário Desejado
O que existirá no cenário desejado? O que teremos acesso? Como estarão, na prática, os princípios da OGP? Como estarão os atores envolvidos? 

 EDUCAÇÃO NA CULTURA DIGITAL

  • PNE em implementação com professores bem formados e motivados para práticas e usos para REA´s;
  • Produção qualificada de recursos digitais com uso integrado ao currículo escolar na rotina;
  • Alto percentual dos professores dá preferência ao uso de RED´s para sua formação e utilidades em sala de aula.

 PRODUÇÃO, CRIAÇÃO E DISPONIBILIZAÇÃO

  • Políticas públicas educacionais de REA em nível nacional, com disponibilização online de materiais e conteúdos em diferentes mídias, produzidos ou coproduzidos por educadores e estudantes;
  • Que os RED financiados com recursos públicos estejam disponíveis e abertos para toda a população.

 POLÍTICA FEDERATIVA DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL

  • Colaboração entre estados e municípios para implementação de políticas de Tecnologia e educação;
  • Uma política de TIC na educação clara com base em princípios de descentralização da decisão de aquisição e uso de TIC;
  • A política deve contemplar 4 eixos articulados: infraestrutura, formação de professores, conteúdos e recursos digitais, visão e objetivos;
  • Escolas com internet veloz.

 TIC NO DIA-DIA DA ESCOLA

  • Todos os alunos utilizando tecnologia da educacional pelo menos uma vez por semana;
  • Acesso massificado a conteúdo cocriado com foco em experiências modernas de interação.

 

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   Painel: Identificação de Bloqueios / Dificuldades
Quais são os bloqueios que dificultam a transformação do cenário atual para o desejado? 

 MODELOS DE ATUAÇÃO

  • Pressão do mercado editorial para manutenção da atual política do PNLD;
  • O atual modelo de compra do MEC em base no PNLD;
  • Estrutura burocracia e engessada para mudanças e adaptações e fragilidade das diretrizes políticas;
  • Falta um modelo financeiramente sustentável para a produção de conteúdos em massa;
  • Rever modelo de negócio, compra e precificação de fornecedores.

MARCO LEGAL

  • Ausência de diretriz legal, em nível nacional.

DESARTICULAÇÃO

  • Estabelecimento de consensos para intercâmbio de recursos;
  • Integração de iniciativas já existentes (plataformas, formações, estímulos, etc.) para otimização e potencialização das mesmas;
  • Desarticulação de iniciativas.

 DESARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL

  • Falta integração entre as iniciativas;
  • União efetiva entre gestão e ensino;
  • ------------

 MUDANÇA DE MENTALIDADE PARA A CULTURA DIGITAL

  • Incluir tecnologias educacionais para gestores e professores (do MEC);
  • Formação sinérgica com práticas.

 INFRAESTRUTURA

  • Deficiências de conectividade e infraestrutura de armazenamento e integração.

MODELO “INADEQUADO” E DESCONTEXTUALIZADO

  • Completo desconhecimento do setor público das novas vertentes da educação aberta e da cultura digital
  • Desconhecimento de gestores sobre o tema
  • Resistências culturais (conteúdos inovadores X grade tradicional)

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Identificação dos Desafios 

  • Desafio priorizado: Estabelecer novo modelo de avaliação, aquisição, fomento e distribuição de RED´s no contexto da cultura digital;
  • Fomentar criação e intercâmbio de recursos digitais educacionais de forma a mobilizar e fortalecer rede de produção de conhecimento;
  • Estabelecer agenda que mobilize esferas dos 3 setores para formulação de política que ofereça de forma equânime recursos educacionais digitais;
  • Criar condições para a inclusão das TIC na matriz das licenciaturas;
  • Um novo modelo que contemple: avaliação e curadoria descentralizada, flexível, em rede de múltiplos atores que gere parâmetros de metadados, interoperabilidade e indexação por meio de critérios claros e transparentes;
  • Recepção dinâmica de RED´s para avaliação e publicação em plataforma aberta com mecanismo de rede social, autoria e colaboração focado nos usos pedagógicos.

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